E não é que mesmo aqui na EURÓPIA encontrei gentalha?
Sim, um mané que tinha sotaque tálian, deu uma surra num velhinho. Me disse o cara que vende baguetes na esquina da Gare de Lyon, que esse demente tália é viciado e sempre faz isso.
Well, a vida como ela é, mesmo sem Nelson. Se bem que o cara até se parecia com o Nelson Piquet.
Inté.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
férias


Amigos e amigas do meu Brasil Varonil, e da minha cidade querida, Capital da Fruticultura, desculpem-me o afastamento do mundo virtual. Ando muito ocupado. Tô de férias. Agora, neste exato momento escrevo do trem. Não aquele tipo de trem que chegou em Caxias em 1930...mas um trem com ar condicionado, bancos bem fofinhos e vinho tinto. Tô quase em Paris. Espero refrescar-me nos cinemas parisienses e lembrar do dia em que Dorival encarou a guarda.
Cheguei. Daqui a pouco REPOSTO o POST com fotos da Gare de Lyon.
Fui.
Mercy.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
esse mundo é uma piada

Olha que merda...Uma topeira do lado do Kikito. A foto é de 2007, mas pode ser desse ano também porque o mala foi pra Gramado DINOVO...
Isso que eu nem fui esse ano pra Gramado, a cidade mais FAKE do mundo. Nem o PROJAKKKKE, da Globo, é tão fake.
Dizem que vai ter um anúncio surpresa! O Zé do Caixão vai oficializar amanhã o convite à Saudosa Governadora Yeda. Ela vai ser a estrela do filme Mansão Adulterada - Versão sem Cortes e sem Legendas. Dizem que o DVD vai custar uma bagatela. Ah, e nem vai precisar nota fiscal.
E viva o Centauro.
Almondegas para todos. Fui.
lista
Viram a lista de AUTISTAS aprovados pelo edital 2008 do Fundoprocultura?
Até minha vó já viu, manezada...mas pra quem não viu ainda pesquise http://www.caxias.rs.gov.br, no link CULTURA e depois FUNDOPROCULTURA e depois clique em CONTEMPLADOS.
Pronto. Vá lá e analise. É curioso e bem engraçado ver como os artistas mais difamados pelas últimas comissões do Fundoprocultura e/ou artistas odiados "ad eternum" por muitas pessoas do alto escalão da Secretaria da Cultura, foram contemplados.
Se eu começar a listar um por um vai demorar e agora tô sem paciência.
Mas em cada uma das áreas há pelo menos um artista nessas condições.
Seria uma maneira de apaziguar os ânimos tendo em vista as eleições municipais? Respondo: sim, sem dúvida. E vai funcionar? Respondo: quem sabe, afinald e contas ainda tem gente que acredita em Papai Noel.
Eu ainda prefiro recordar dos fatos que tornaram a cidade um oásis para comediantes em fim de carreira. Porque comédia não é a piada em si, mas...deixa pra lá. Cansei de explicar a piada. Ando explicando até por telefone. E é bom pararem com isso, porque preciso de mais tempo para o meu amor.
Ao recordar dos fatos lembro de tantos atropelos: o Filtro Cultural, o enclausuramento das obras do Amarp (desde 2005), a cambaleante Cia. de Dança (porque tirar o trenzinho de quem sabia brincar?)... Ai, ai, dói minha espinha só de lembrar de tanta coisa estranha que aconteceu. E melhor nem lembrar de tudo...porque vai bater uma tristeza...e vou começar a falar da Capital e aí vira disco riscado.
Agora fui, plantar uma árvore.
Até minha vó já viu, manezada...mas pra quem não viu ainda pesquise http://www.caxias.rs.gov.br, no link CULTURA e depois FUNDOPROCULTURA e depois clique em CONTEMPLADOS.
Pronto. Vá lá e analise. É curioso e bem engraçado ver como os artistas mais difamados pelas últimas comissões do Fundoprocultura e/ou artistas odiados "ad eternum" por muitas pessoas do alto escalão da Secretaria da Cultura, foram contemplados.
Se eu começar a listar um por um vai demorar e agora tô sem paciência.
Mas em cada uma das áreas há pelo menos um artista nessas condições.
Seria uma maneira de apaziguar os ânimos tendo em vista as eleições municipais? Respondo: sim, sem dúvida. E vai funcionar? Respondo: quem sabe, afinald e contas ainda tem gente que acredita em Papai Noel.
Eu ainda prefiro recordar dos fatos que tornaram a cidade um oásis para comediantes em fim de carreira. Porque comédia não é a piada em si, mas...deixa pra lá. Cansei de explicar a piada. Ando explicando até por telefone. E é bom pararem com isso, porque preciso de mais tempo para o meu amor.
Ao recordar dos fatos lembro de tantos atropelos: o Filtro Cultural, o enclausuramento das obras do Amarp (desde 2005), a cambaleante Cia. de Dança (porque tirar o trenzinho de quem sabia brincar?)... Ai, ai, dói minha espinha só de lembrar de tanta coisa estranha que aconteceu. E melhor nem lembrar de tudo...porque vai bater uma tristeza...e vou começar a falar da Capital e aí vira disco riscado.
Agora fui, plantar uma árvore.
chega!
Alguém aí, que é mais gaudério do que eu, que praticamente nasci de bombachas, sabe por onde anda a Daiane dos Santos? Eu não vi ela nas Olimpíadas, muito menos aqui por Shanghai. Aliás, vi o Zuzuwah comendo sashimi com 'scudeguim' aqui por Shanghai. O Zuzu tá aqui numa turnê do glorioso Coletivo Shaghai.
Voltando à Saiane. Alguém aí além de mim e do Didi Mocó, não aguenta mais a Daiane? Pô, é pior do que tomar laxante. A gente torce e torce e ela nunca ganha nada. Nem algodão doce. Parece até uns e outros aí, espalhados por Caxias, que insistem em bater a cabeça num prego. Tentam levar adiante seu egos inflamados pela cidade, na esperança de que alguém sinta pena por eles.
Dói na alma.
Ou como diz o outro: "Pare de tomar a pílula".
E vamo que vamo porque os cães ladram, mas a caravana passa e passará ilesa.
E amanhã, quando acabar o ano da Capital, minha avó poderá sair às ruas e gritar, feliz: "Meno male que acabô".
Voltando à Saiane. Alguém aí além de mim e do Didi Mocó, não aguenta mais a Daiane? Pô, é pior do que tomar laxante. A gente torce e torce e ela nunca ganha nada. Nem algodão doce. Parece até uns e outros aí, espalhados por Caxias, que insistem em bater a cabeça num prego. Tentam levar adiante seu egos inflamados pela cidade, na esperança de que alguém sinta pena por eles.
Dói na alma.
Ou como diz o outro: "Pare de tomar a pílula".
E vamo que vamo porque os cães ladram, mas a caravana passa e passará ilesa.
E amanhã, quando acabar o ano da Capital, minha avó poderá sair às ruas e gritar, feliz: "Meno male que acabô".
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
descurpe
Ô, gentalha. Desculpem a ausência. É que eu tô viajando. Agora estou mais perto do Congo, quase na casa do meu amigo Casara. Pena que ficarei poucos dias. É mais para trazer material para um documentário.
Aguardem.
Enquanto isso, sugiro todos gritarem pela janela: "Eu sei o que ELA fez no verão passado".
Fui.
Ah, no meu iPOD só tem rancheira, música folcrórica italiana e rap. O resto só com vasilina.
Mas um dia eu vou ser como os caras da Bacon 27, ou como o Rafael Schuler ou ainda como a Patrícia Viana. Suerte a todos.
Fui 2.
Aguardem.
Enquanto isso, sugiro todos gritarem pela janela: "Eu sei o que ELA fez no verão passado".
Fui.
Ah, no meu iPOD só tem rancheira, música folcrórica italiana e rap. O resto só com vasilina.
Mas um dia eu vou ser como os caras da Bacon 27, ou como o Rafael Schuler ou ainda como a Patrícia Viana. Suerte a todos.
Fui 2.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
o porco morto, em Gramado

O Pai do VICTUR/URB-AL, o camarada João Tonus, salvou o projeto do quase colapso. E mais uma vez, não é o Mugnolini que diz, é só ficar sentado no corredor da prefeitura e ouvir.
Prosseguindo...e ao que interessa...cinco dos doze vídeos (entre ficção e documentário) serão exibidos em uma mostra especial, no dia 13 de agosto, no Gramado Cine Vídeo.
Pode ir lá, porque é DI GRÁTIS. O João, orgulhoso que só ele pela prole que tá nascendo, estará lá. E merece.
here comes the sun
Má Dio Cristo, a cada dia que passa mais gente me lê no blog. Me lêem mais no blog do que liam no Pioneiro.
Benzadeus.
E salve o Jorge. O DJ, o cantor, o cineasta, o ator e o Santo.
Fui colher amoras.
Benzadeus.
E salve o Jorge. O DJ, o cantor, o cineasta, o ator e o Santo.
Fui colher amoras.
a cura
Seria essa RAVE a cura do meu JAZZISMO?

Marco de Menezes, médico e poeta; Paulo Canton, ator e mexedor da bolsa de valores; Guto Nesi, poeta e empresário; e Woddy Allen, judeu e cineasta, vão orar por mim. Dizem que meu JAZZISMO é quase um eclipse lunar na Bósnia pós-guerra. E se cheguei até aqui ileso, sem pavor, sem qualquer recaída, é sinal de que o JAZZISMO já se instaurou nas minhas células.
MÃNS, TODAVIA, CONTUDO...e para o bem da nação, e do amor livre, o Radiohead resiste nas minhas entranhas. E, ainda bem, o Revival Rock Bar segue IMPÁVIDO como diz a letra do hino nacional. O impávido bar vai realizar a táo sonhada RAVE DO RÓQUE! Uhu! Mas Douglas, PELAMORDEDEUS não entra nessa de distribuir PULSEIRINHAS FLUORESCENTES...nem permite apitos, muito menos ÓCULOS MODERNÓOOOOOSOS.
E se tiver muita gente reunida tomando água (e só água)... chuta porque é macumba.
Ah, se beber vá pra RAVE DO RÓQUE. Se não beber, fique em casa ouvindo JAZZ.
Fui.

Marco de Menezes, médico e poeta; Paulo Canton, ator e mexedor da bolsa de valores; Guto Nesi, poeta e empresário; e Woddy Allen, judeu e cineasta, vão orar por mim. Dizem que meu JAZZISMO é quase um eclipse lunar na Bósnia pós-guerra. E se cheguei até aqui ileso, sem pavor, sem qualquer recaída, é sinal de que o JAZZISMO já se instaurou nas minhas células.
MÃNS, TODAVIA, CONTUDO...e para o bem da nação, e do amor livre, o Radiohead resiste nas minhas entranhas. E, ainda bem, o Revival Rock Bar segue IMPÁVIDO como diz a letra do hino nacional. O impávido bar vai realizar a táo sonhada RAVE DO RÓQUE! Uhu! Mas Douglas, PELAMORDEDEUS não entra nessa de distribuir PULSEIRINHAS FLUORESCENTES...nem permite apitos, muito menos ÓCULOS MODERNÓOOOOOSOS.
E se tiver muita gente reunida tomando água (e só água)... chuta porque é macumba.
Ah, se beber vá pra RAVE DO RÓQUE. Se não beber, fique em casa ouvindo JAZZ.
Fui.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
sem segredo

O mundo é uma bola. Ou ESFERA como diz o professor de ASTROFÍSICA. E isso não é mais segredo algum. Da mesma forma, uma sala de cimema como a do Centro de Cultura Ordovás, só vai lotar se o filme for bom! E se for novidade, se já não estiver em TODAS as locadoras da colônia.
Veja só o exemplo: "O Banheiro do Papa", co-produção Brasil e Uruguai, dirigida por César Charlone e Enrique Fernádez, teve duas sessões com bastante público, no domingo. Na primeira sessão, às 18h, haviam 53 espectadores. Na sessão das 20h, não confirmei com a bilheteria, mas devia ter pelo menos 60 pessoas.
O que isso comprova? É simples diagnosticar. A coordenação da Sala de Cinema Ulysses Geremia, do Ordovás, é preguiçosa. Porque sempre que o cidadão em questão se esmera, corre atrás, tenta se informar, o púbçico reage positivamente. Mas sempre que a postura dele é de preguiçoso, o público reage igualmente e não vai.
Ou vocês acham que alguém sairia de casa para ver um filme que já está na locadora, ou para ver um filme sem as devidas condições técnicas, como uma boa projeção e um bom som, por exemplo. "Ah...a culpa é da cópia"....sim, sempre a culpa é de alguém, menos do cidadão que ESCOLHE os filmes, porque ele é um gênio, porque já conseguiu ENGANAR a imprensa dizendo certa vez que iria concorrer ao prêmio JABUTI de Literatura.
E depois é a lontra que não sabe pescar. Jesus, onde fui amarrar meu jegue.
E assim caminha a humanidade.
Felizmente, Charlone e Fernández nos brindam com um excelente filme. Felizmente o cidadão lê os comentários de quem sabe algo sobre cinema e resolveu trazer a Caxias algum filme decente.
E viva a Capital Intergaláctica da Fruticultura, como também andam dizendo por aí.
Adorei: Fruticultura.
Obrigado pela piada caro amigo indiano, que toca tambores meditando.
Fui comer pastel.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
temporada
Sem essa de dizem por aí. É fato.
Teatreiro de Caxias veio me dizer que há uma nova regra na Casa da Cultra. Lembra? É o mesmo espaço onde em 2005 se criou uma polêmica do cão...a do tal FILTRO CULTURAL. Na época, a diretora da casa, a senhora Maria Inês Périco, baixou normas como: proibir shows de ROCK, proibir apresentações de escolas de BALÉ da cidade, proibir shows de HUMOR. E é bom que se diga que a determinação de Maria criou um certo constrangimento até mesmo entre os artistas e funcionários mais antigos da casa.
A nova LEI é a seguinte: temporada, ou seja, espetáculos com agendamento para varios dias, estão com os dias contados. Maria só permite o máximo de três dias de apresentações da mesma peça, montagem ou show. Por que? Vocês terão de perguntar para ela, porque ela não fala comigo, nem me concede entrevista desde que expus à mídia o tal do FILTRO CULTURAL. Só não me impediu de entrar na casa da cultura, porque é um espaço público.
Temporada de teatro, ou de dança, etc, só é possível quando se têm planejamento, e mais, quando se sabe o que se faz, e mais e mais ainda, quando se têm POLÍTICA CULTURAL pensada, definida e arquitetada. O que não é o caso, nem da Casa, nem da secretaria da Cutura, como um todo. Pena que toda a perspectiva de formação de público, de educação através da arte, de inciativas idelaizadas para melhoria da qualidade de vida das pessoas, tenha sido desprezada, em nome de LEIS, NORMAS e posicionamentos DITATORIAIS, como o FILTRO CULTURAL ou essa nova determinação de reduzir o número de dias de um espetáculo.
Uma perguntinha: e se o Chico Buarque quisesse vir à Caxias? Teria só três dias?
Outra perguntinha: no caso de o Chico vir a receber um tratamento diferenciado...por que essa administração enfraqueceu tanto o apoio aos grupos locais?
Agora chega, tenho de ir colher girassóis, lá na rússia. Que baita filme, aliás. Marcello e Sofia Loren...
Fui
Teatreiro de Caxias veio me dizer que há uma nova regra na Casa da Cultra. Lembra? É o mesmo espaço onde em 2005 se criou uma polêmica do cão...a do tal FILTRO CULTURAL. Na época, a diretora da casa, a senhora Maria Inês Périco, baixou normas como: proibir shows de ROCK, proibir apresentações de escolas de BALÉ da cidade, proibir shows de HUMOR. E é bom que se diga que a determinação de Maria criou um certo constrangimento até mesmo entre os artistas e funcionários mais antigos da casa.
A nova LEI é a seguinte: temporada, ou seja, espetáculos com agendamento para varios dias, estão com os dias contados. Maria só permite o máximo de três dias de apresentações da mesma peça, montagem ou show. Por que? Vocês terão de perguntar para ela, porque ela não fala comigo, nem me concede entrevista desde que expus à mídia o tal do FILTRO CULTURAL. Só não me impediu de entrar na casa da cultura, porque é um espaço público.
Temporada de teatro, ou de dança, etc, só é possível quando se têm planejamento, e mais, quando se sabe o que se faz, e mais e mais ainda, quando se têm POLÍTICA CULTURAL pensada, definida e arquitetada. O que não é o caso, nem da Casa, nem da secretaria da Cutura, como um todo. Pena que toda a perspectiva de formação de público, de educação através da arte, de inciativas idelaizadas para melhoria da qualidade de vida das pessoas, tenha sido desprezada, em nome de LEIS, NORMAS e posicionamentos DITATORIAIS, como o FILTRO CULTURAL ou essa nova determinação de reduzir o número de dias de um espetáculo.
Uma perguntinha: e se o Chico Buarque quisesse vir à Caxias? Teria só três dias?
Outra perguntinha: no caso de o Chico vir a receber um tratamento diferenciado...por que essa administração enfraqueceu tanto o apoio aos grupos locais?
Agora chega, tenho de ir colher girassóis, lá na rússia. Que baita filme, aliás. Marcello e Sofia Loren...
Fui
quinta-feira, 31 de julho de 2008
areia perdeu...
Areia perdeu. E com isso perdi a esperança em um mundo melhor. A nova e promissora Capital Intergaláctica da Cultura, recém eleita para o mandato em 2009, é São Luís, no Maranhão. Na Terra do Reggae, onde GANDJA rescussitou, é ainda a Cidade dos Azuleijos e tem o Bumba-Meu-Boi.
Eis a justificativa OFICIAL, do pai da ONG Capital Brasileira da Cultura, Mário Vendrell:
“São Luís merece o título por ter apresentado uma candidatura consistente, amparada no rico patrimônio cultural material e imaterial que a cidade possui.” diz Mário Vendrell, Diretor Executivo da ONG CBC. “A Capital Brasileira da Cultura 2009 será uma grande oportunidade para que a cidade possa promover-se nacional e internacionalmente, mostrando todos seus atrativos culturais e turísticos. Esperamos que saiba aproveitá-la para que possa obter todos os benefícios que o título de capital cultural oferece” conclui Vendrell.
Você aí, amigo e amiga, do outro lado do planeta, lembra do que Mário Vendrell disse a respeito da escolha de Caxias como Capital Intergaláctica da Cultura em 2008. Como você não lembra, eu busquei nos ANAIS da ONG CBC o que Mário disse sobre Caxias:
“Caxias obteve o título principalmente pela coesão demonstrada pela prefeitura em querer ser capital cultural e pela mobilização da sociedade civil em apoio à candidatura” diz Mário Vendrell Diretor Executivo da ONG CBC. “A Capital Brasileira da Cultura não é apenas um título, mas o reflexo da vontade coletiva de uma cidade em querer valorizar e mostrar a sua identidade cultural” conclui Vendrell.
Well, usando da SEMIÓTICA, da amada Lúcia Sanataela...(santo Deus, sic), eis a leitura que se pode fazer. Leia as duas frases novamente e siga-me:
1. São Luís ganhou porque merecia, porque seu patrimônia materiale imaterial é relevantíssimo.
2. Caxias ganhou porque a prefeitura quis, e vendeu a idéia de que ser a Capital ia deixar a todos tão felizes, mas tão felizes, que todos os caxienses e migrantes iriam invadir TODAS as salas de cinema, ir a TODOS os espetáculos de teatro, ver e ouvir TODOS os shows de TODAS as bandas de TODAS as querências. Por que? Porque caxiense ama cultura.
Well, eu preferia Areia. Eu preferia também que as pessoas em Caxias morressem pela cultura. Tanto não morrem que não se importam em ver a Cia de Dança caquética, trôpega... Não se importam com a forma como o teatro municipal é administrado... Não se importam com a segrergação do movimento hip hop... Não se importam com a flutuante programação da sala de cinema do ordovás... Não se importam com as 600 obras do AMARP (Acervo Municipal de Artes Plásticas) que seguem TRANCAFIADAS no segundo andar do Ordovás...Não se importam com a situação vergonhosa do Salão de Artes...Não se importam em ver a Cultura em segundo plano.
Infelizmente, caxiense não se importa com Cultura. Felizmente, tem uma legião de novos artistas e consumidores de Cultura muito infelizes com a maneira como se vê a Cultura na cidade, interior e bairros. Felizmente, esses ávidos guerreiros passam por cima da incapacidade de pensar e realizar numa política decente de Cultura. Porque Cultura em Caxias é mais do que a polenta com queijo ralado, é mais do que o hip hop, é mais do que a dança contemporânea....é TUDO isso ao mesmo tempo, aqui e agora, proporcionando livre acesso, programação contínua de qualidade (não quantidade...) e valorização da cultura local, e lógico, perceber que Caxias é uma das milhares de cidades desse mundo, e que os artistas daqui podem e devem dialogar com o MUNDO.
Fui longe demais? Lógico, mas o que importa é que foi dada a contagem regressiva para a máscara da Capital cair.
Fui comer um pastel.
Inté
Eis a justificativa OFICIAL, do pai da ONG Capital Brasileira da Cultura, Mário Vendrell:
“São Luís merece o título por ter apresentado uma candidatura consistente, amparada no rico patrimônio cultural material e imaterial que a cidade possui.” diz Mário Vendrell, Diretor Executivo da ONG CBC. “A Capital Brasileira da Cultura 2009 será uma grande oportunidade para que a cidade possa promover-se nacional e internacionalmente, mostrando todos seus atrativos culturais e turísticos. Esperamos que saiba aproveitá-la para que possa obter todos os benefícios que o título de capital cultural oferece” conclui Vendrell.
Você aí, amigo e amiga, do outro lado do planeta, lembra do que Mário Vendrell disse a respeito da escolha de Caxias como Capital Intergaláctica da Cultura em 2008. Como você não lembra, eu busquei nos ANAIS da ONG CBC o que Mário disse sobre Caxias:
“Caxias obteve o título principalmente pela coesão demonstrada pela prefeitura em querer ser capital cultural e pela mobilização da sociedade civil em apoio à candidatura” diz Mário Vendrell Diretor Executivo da ONG CBC. “A Capital Brasileira da Cultura não é apenas um título, mas o reflexo da vontade coletiva de uma cidade em querer valorizar e mostrar a sua identidade cultural” conclui Vendrell.
Well, usando da SEMIÓTICA, da amada Lúcia Sanataela...(santo Deus, sic), eis a leitura que se pode fazer. Leia as duas frases novamente e siga-me:
1. São Luís ganhou porque merecia, porque seu patrimônia materiale imaterial é relevantíssimo.
2. Caxias ganhou porque a prefeitura quis, e vendeu a idéia de que ser a Capital ia deixar a todos tão felizes, mas tão felizes, que todos os caxienses e migrantes iriam invadir TODAS as salas de cinema, ir a TODOS os espetáculos de teatro, ver e ouvir TODOS os shows de TODAS as bandas de TODAS as querências. Por que? Porque caxiense ama cultura.
Well, eu preferia Areia. Eu preferia também que as pessoas em Caxias morressem pela cultura. Tanto não morrem que não se importam em ver a Cia de Dança caquética, trôpega... Não se importam com a forma como o teatro municipal é administrado... Não se importam com a segrergação do movimento hip hop... Não se importam com a flutuante programação da sala de cinema do ordovás... Não se importam com as 600 obras do AMARP (Acervo Municipal de Artes Plásticas) que seguem TRANCAFIADAS no segundo andar do Ordovás...Não se importam com a situação vergonhosa do Salão de Artes...Não se importam em ver a Cultura em segundo plano.
Infelizmente, caxiense não se importa com Cultura. Felizmente, tem uma legião de novos artistas e consumidores de Cultura muito infelizes com a maneira como se vê a Cultura na cidade, interior e bairros. Felizmente, esses ávidos guerreiros passam por cima da incapacidade de pensar e realizar numa política decente de Cultura. Porque Cultura em Caxias é mais do que a polenta com queijo ralado, é mais do que o hip hop, é mais do que a dança contemporânea....é TUDO isso ao mesmo tempo, aqui e agora, proporcionando livre acesso, programação contínua de qualidade (não quantidade...) e valorização da cultura local, e lógico, perceber que Caxias é uma das milhares de cidades desse mundo, e que os artistas daqui podem e devem dialogar com o MUNDO.
Fui longe demais? Lógico, mas o que importa é que foi dada a contagem regressiva para a máscara da Capital cair.
Fui comer um pastel.
Inté
sexta-feira, 25 de julho de 2008
sem salão
Sabe aquele cidadão sem lenço nem documento, quase sem passado, ávido por um futuro, tresloucado por um dia melhor, que desprevido de renda acaba dormindo, almoçando, e indo aos pés na mesma peça? Pois bem, é quase isso que anda acontecendo com os projetos da Capital Intergaláctica da Cultura.
O maior e mais ambicioso deles, a criação do Salão do Livro Infantil, não vai sair em 2008. Não vai sair neste ano da Capital, talvez não saia durante o governo Sartori. Palavra de quem manda. Não é AXISMO meu. É fato. É informação. Me foi dita no gabinete do atual Secretário da Cultura, João Tonus, pela coordenadora do Programa Permanente de Estímulo à Leitura, Luiza da Motta.
E por que não vai sair? Porque não e pronto. Porque não conseguiram captar um centavo sequer dos R$ 600 e poucos mil necessários. Uma pena. Mas o grande trunfo da Capital não vai sair. Sendo assim, está mais perto do fiasco do que em janeiro. Dupla pena. Porque o que era para virar referência e efervescência...virou motivo de chacota.
Mas, e ainda acredito em Papai Noel. Tanto quanto acredito na votação recorde do Camarada Ligeirinho (Kylmair) para vereador. Seria ele o nosso novo CHEFE da CÂMARA? Para varrer de uma vez por todas a insesatez? E ainda sem Salão do Livro Infantil? E teria Ligeirinho o poder de fazer de Caxias a Capital Eterna da Cultura?
Inté.
O maior e mais ambicioso deles, a criação do Salão do Livro Infantil, não vai sair em 2008. Não vai sair neste ano da Capital, talvez não saia durante o governo Sartori. Palavra de quem manda. Não é AXISMO meu. É fato. É informação. Me foi dita no gabinete do atual Secretário da Cultura, João Tonus, pela coordenadora do Programa Permanente de Estímulo à Leitura, Luiza da Motta.
E por que não vai sair? Porque não e pronto. Porque não conseguiram captar um centavo sequer dos R$ 600 e poucos mil necessários. Uma pena. Mas o grande trunfo da Capital não vai sair. Sendo assim, está mais perto do fiasco do que em janeiro. Dupla pena. Porque o que era para virar referência e efervescência...virou motivo de chacota.
Mas, e ainda acredito em Papai Noel. Tanto quanto acredito na votação recorde do Camarada Ligeirinho (Kylmair) para vereador. Seria ele o nosso novo CHEFE da CÂMARA? Para varrer de uma vez por todas a insesatez? E ainda sem Salão do Livro Infantil? E teria Ligeirinho o poder de fazer de Caxias a Capital Eterna da Cultura?
Inté.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
a matança do porco
Um dia desses (aliás, era noite) conversando com o Juliano Carpeggiani (diretor do Núcleo de Produção Audiovisual de Flores da Cunha) soube que ele precisava produzir um vídeo sobre a tradição dos imigrantes italianos de matar porco para fazer salame e etc. Achei a idéia linda. E topei fazer.
Hoje, a poucos instantes, aliás, encerrei a montagem desse documentário. Assistindo de cabo a rabo, depois de pronto, percebi que se tratava do primeiro curta-metragem gonzo da Serra Gaúcha, e por isso mesmo, resolvi dedicar o filme a Hunter S. Thompson.
Só não tem cenas de sexo, nem de pessoas usando drogas. Mas com certeza quem ama bichinhos, quem é defensor dos animais vai achar uma droga ver um porco perdendo a vida para alimentar descendendes de imigrantes italianos. Só pra alimentar a polêmica: não mostramos sangue jorrando na tela, só o momento exato de ceifar a vida e o pós-mortem.
Ah, e tem gente se deliciando comendo salaminho. E vai dizer, é bom comer salame né?
Outro dia quem sabe eu coloque aqui o link do vídeo se eu resolver colocar no YouTube.
Fui.
Esse papo me deu fome.
p.s.: o documentário é realizado com financiamento da Comunidade Européia, através do projeto VICTUR/URB-AL, salvo aliás, pelo João Tonus. Porque sem a interferência do Tonus a prfeitura de Caxias teria de devolver todo o dinheiro.
p.s.2: valeu Tonus.
Hoje, a poucos instantes, aliás, encerrei a montagem desse documentário. Assistindo de cabo a rabo, depois de pronto, percebi que se tratava do primeiro curta-metragem gonzo da Serra Gaúcha, e por isso mesmo, resolvi dedicar o filme a Hunter S. Thompson.
Só não tem cenas de sexo, nem de pessoas usando drogas. Mas com certeza quem ama bichinhos, quem é defensor dos animais vai achar uma droga ver um porco perdendo a vida para alimentar descendendes de imigrantes italianos. Só pra alimentar a polêmica: não mostramos sangue jorrando na tela, só o momento exato de ceifar a vida e o pós-mortem.
Ah, e tem gente se deliciando comendo salaminho. E vai dizer, é bom comer salame né?
Outro dia quem sabe eu coloque aqui o link do vídeo se eu resolver colocar no YouTube.
Fui.
Esse papo me deu fome.
p.s.: o documentário é realizado com financiamento da Comunidade Européia, através do projeto VICTUR/URB-AL, salvo aliás, pelo João Tonus. Porque sem a interferência do Tonus a prfeitura de Caxias teria de devolver todo o dinheiro.
p.s.2: valeu Tonus.
terça-feira, 22 de julho de 2008
tonus, o salvador
Conheci o João Tonus há muito tempo. Ele foi o primeiro a encorajar e, principalmente, dar espaço a um novo cine clube que surgia em Caxias. Isso era lá pelo fim dos anos 90, virada para a década zero. O cine clube ainda existe e se chama Grande Angular. Eu não sou mais do cast, e o cine clube não tem mais conseguido ser o que já foi, mas torço pela retomada.
Enfim, quando conheci o João Tonus, ele já era um dos caras mais importantes do Míseri Coloni, um dos grupos mais respeitados do estado, estava implantando a estrutura e a programação do Teatro São Carlos e era o coordenador do brilhante projeto GentEncena, que ainda existe e espero que volte a ser pelo menos a metado do que já foi no tempo do Tonus.
Desde segunda-feira, ontem no caso, o Tonus virou o novo secretário de Cultura de Caxias do Sul. Tonus ganhou esse cargo porque Antonio Feldmann (PMDB), que ocupava a vaga desde 2005, quando José Clemente Pozenato (PSDB) pediu para sair, também pediu para sair para incorporar o grupo de políticos da situação que estão na coordenação da campanha pela reeleição de Sartori.
Justo. Cada um faz o que bem entende da sua vida. E o que precisa, como no caso do Feldmann. Porque senti um certo desgosto e desconforto dele ao me relevar a saída. Lógico que ele não deve ter saído de forma tranqüila, porque não cumpriu com sua promessa. JUROU que o AMARP e a Cia de Dança seriam suas prioridades.
As 600 obras do AMARP continuam trancafiadas em um camarim no segundo andar do Centro de Cultura Ordovás. E a Cia de Dança, segue com seus passos trôpegos, mesmo com a boa vontade de muita gente que está lá, parece que a música nunca pontua os passos e vice-versa. Mas João Tonus herdou de Feldmann o título de Capital da Cultura. E seria injusto cobrar de Tonus a resolução de todos os problemas que a Capital suscitou.
Se bem que o Tonus já salvou um projeto que estava praticamente falido, o Urb-Al/Victur. Caxias quase perdeu esse convênio entre a Comunidade Européia e outros municípios da região, como Bento Gonçalves e Flores da Cunha, por incompetência. Mas aí apareceu Tonus, o Salvador, e reorganizou o projeto, reapresentou-o e conseguiu de volta a verba que quase não veio.
E já que a febre do Batman voltou com tudo: "Conseguiria João Tonus salvar Caxias desse aterrorizante momento obscuro da cultura em Caxias?"
João vai tentar, mas acho que ao final de tudo, ou melhor, ao final da eleição, quem sabe até já a partir do dia 6 de outubro, Feldmann voltará ao seu posto para tentar salvar o que puder da colheita. Porque Tonus, repito: "não poderá ser cobrado por projetos dos outros". Porque é simples colocar o Tonus nesse redemoínho. Não é tarefa simples e não sei ainda como Tonus aceitou o desafio. Não falei com Tomus ainda, mas assim que falar com ele digo a vocês.
Tonus merece ser o Secretário da Cultura, mas não em uma condição dessas. Porque se ele fosse de fato uma unanimidade dentro da mega-hiper-e-tresloucada coligação da situação, Tonus já teria assumido como Secretário muito antes. Assume agura, num momento hiper delicado em que é mais fácil ser fritado do que valorizado.
Por outro lado, Tonus não terá muita autonomia, porque depende da programação de "eventos" da cidade, incluindo aí as coisas de sempre que voltam repaginadas pela Capital Intergaláctica da Cultura, e coisas de sempre, como Feira do Livro, Semanba Farroupilha (lá no campo devastado da Festuva) e por aí vai.
Já nem se fala mais em Salão do Livro Infantil... porque infelizmente há pouco tempo para correr atrás dos R$ 600 mil necessários para que o encontro aconteça. Enquanto isso, o que se vê pela previsão cultural é tempo fechado, sujeito a muita chuva, trovoadas, dias cinza, e um ou outro momento de calmaria. Infelizmente.
Mas eu confio no João Tonus e sei que, mesmo com essa instabilidade, em nada sua história vencedora e brilhante como um dos agentes culturtais mais relevantes e importantes dessa cidade, não será manchada. Nem mesmo tendo de encarar essa Secretaria da Cultura nessas condições.
Avante, João.
Enfim, quando conheci o João Tonus, ele já era um dos caras mais importantes do Míseri Coloni, um dos grupos mais respeitados do estado, estava implantando a estrutura e a programação do Teatro São Carlos e era o coordenador do brilhante projeto GentEncena, que ainda existe e espero que volte a ser pelo menos a metado do que já foi no tempo do Tonus.
Desde segunda-feira, ontem no caso, o Tonus virou o novo secretário de Cultura de Caxias do Sul. Tonus ganhou esse cargo porque Antonio Feldmann (PMDB), que ocupava a vaga desde 2005, quando José Clemente Pozenato (PSDB) pediu para sair, também pediu para sair para incorporar o grupo de políticos da situação que estão na coordenação da campanha pela reeleição de Sartori.
Justo. Cada um faz o que bem entende da sua vida. E o que precisa, como no caso do Feldmann. Porque senti um certo desgosto e desconforto dele ao me relevar a saída. Lógico que ele não deve ter saído de forma tranqüila, porque não cumpriu com sua promessa. JUROU que o AMARP e a Cia de Dança seriam suas prioridades.
As 600 obras do AMARP continuam trancafiadas em um camarim no segundo andar do Centro de Cultura Ordovás. E a Cia de Dança, segue com seus passos trôpegos, mesmo com a boa vontade de muita gente que está lá, parece que a música nunca pontua os passos e vice-versa. Mas João Tonus herdou de Feldmann o título de Capital da Cultura. E seria injusto cobrar de Tonus a resolução de todos os problemas que a Capital suscitou.
Se bem que o Tonus já salvou um projeto que estava praticamente falido, o Urb-Al/Victur. Caxias quase perdeu esse convênio entre a Comunidade Européia e outros municípios da região, como Bento Gonçalves e Flores da Cunha, por incompetência. Mas aí apareceu Tonus, o Salvador, e reorganizou o projeto, reapresentou-o e conseguiu de volta a verba que quase não veio.
E já que a febre do Batman voltou com tudo: "Conseguiria João Tonus salvar Caxias desse aterrorizante momento obscuro da cultura em Caxias?"
João vai tentar, mas acho que ao final de tudo, ou melhor, ao final da eleição, quem sabe até já a partir do dia 6 de outubro, Feldmann voltará ao seu posto para tentar salvar o que puder da colheita. Porque Tonus, repito: "não poderá ser cobrado por projetos dos outros". Porque é simples colocar o Tonus nesse redemoínho. Não é tarefa simples e não sei ainda como Tonus aceitou o desafio. Não falei com Tomus ainda, mas assim que falar com ele digo a vocês.
Tonus merece ser o Secretário da Cultura, mas não em uma condição dessas. Porque se ele fosse de fato uma unanimidade dentro da mega-hiper-e-tresloucada coligação da situação, Tonus já teria assumido como Secretário muito antes. Assume agura, num momento hiper delicado em que é mais fácil ser fritado do que valorizado.
Por outro lado, Tonus não terá muita autonomia, porque depende da programação de "eventos" da cidade, incluindo aí as coisas de sempre que voltam repaginadas pela Capital Intergaláctica da Cultura, e coisas de sempre, como Feira do Livro, Semanba Farroupilha (lá no campo devastado da Festuva) e por aí vai.
Já nem se fala mais em Salão do Livro Infantil... porque infelizmente há pouco tempo para correr atrás dos R$ 600 mil necessários para que o encontro aconteça. Enquanto isso, o que se vê pela previsão cultural é tempo fechado, sujeito a muita chuva, trovoadas, dias cinza, e um ou outro momento de calmaria. Infelizmente.
Mas eu confio no João Tonus e sei que, mesmo com essa instabilidade, em nada sua história vencedora e brilhante como um dos agentes culturtais mais relevantes e importantes dessa cidade, não será manchada. Nem mesmo tendo de encarar essa Secretaria da Cultura nessas condições.
Avante, João.
om
segunda-feira, 21 de julho de 2008
punk até os ossos
Só pra não dizer que não falei de política...
Que pastelão hein? Prefeitura de Caxias manda remover os ossos dos defuntos em Cemitério Comunbitário e nem avisa aos familiares. Só em Caxias, Pérola das Colônias e Capital INTERGALÁCTICA da Cultura.
Enquanto os funcionários da prefeitura reviraram os túmulos, Sartori segui com sua ENEBRIANTE campanha para ficar mais quatro anos revirando os ossos da cidadania.
Parece que a dobradinha PMDB e PDT vai começar a bradar um novo slogan: "Não importa se é árvores ou túmulos, o negócio é DIRRUBÁ". Ou ainda, "Tudo em nome do ASFALTO".
E o PV? Ainda seguirá como aliado da dobradinha Sartori/Alceu? Ou o Partido Verde não se importa mais com a função ECOLÓGICA das ÁRVORES?
E os túmulos revirados? Se o Sartori não acredita em fantasmas é melhor passar a acreditar, porque atrapalhar o sono profundo dos mortos não é a coisa mais indicada a se fazer.
well, agora fui
beijos nas crianças
Que pastelão hein? Prefeitura de Caxias manda remover os ossos dos defuntos em Cemitério Comunbitário e nem avisa aos familiares. Só em Caxias, Pérola das Colônias e Capital INTERGALÁCTICA da Cultura.
Enquanto os funcionários da prefeitura reviraram os túmulos, Sartori segui com sua ENEBRIANTE campanha para ficar mais quatro anos revirando os ossos da cidadania.
Parece que a dobradinha PMDB e PDT vai começar a bradar um novo slogan: "Não importa se é árvores ou túmulos, o negócio é DIRRUBÁ". Ou ainda, "Tudo em nome do ASFALTO".
E o PV? Ainda seguirá como aliado da dobradinha Sartori/Alceu? Ou o Partido Verde não se importa mais com a função ECOLÓGICA das ÁRVORES?
E os túmulos revirados? Se o Sartori não acredita em fantasmas é melhor passar a acreditar, porque atrapalhar o sono profundo dos mortos não é a coisa mais indicada a se fazer.
well, agora fui
beijos nas crianças
sweet home
Nenhuma casa é lar sem amor, sem um bom vinho na adega (sic), sem cama quentinha, sem os discos organizados em odem alfabétrica.
Bom dia meu amor.
Bom dia meu amor.
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