sexta-feira, 8 de agosto de 2008

a cura

Seria essa RAVE a cura do meu JAZZISMO?



Marco de Menezes, médico e poeta; Paulo Canton, ator e mexedor da bolsa de valores; Guto Nesi, poeta e empresário; e Woddy Allen, judeu e cineasta, vão orar por mim. Dizem que meu JAZZISMO é quase um eclipse lunar na Bósnia pós-guerra. E se cheguei até aqui ileso, sem pavor, sem qualquer recaída, é sinal de que o JAZZISMO já se instaurou nas minhas células.

MÃNS, TODAVIA, CONTUDO...e para o bem da nação, e do amor livre, o Radiohead resiste nas minhas entranhas. E, ainda bem, o Revival Rock Bar segue IMPÁVIDO como diz a letra do hino nacional. O impávido bar vai realizar a táo sonhada RAVE DO RÓQUE! Uhu! Mas Douglas, PELAMORDEDEUS não entra nessa de distribuir PULSEIRINHAS FLUORESCENTES...nem permite apitos, muito menos ÓCULOS MODERNÓOOOOOSOS.

E se tiver muita gente reunida tomando água (e só água)... chuta porque é macumba.

Ah, se beber vá pra RAVE DO RÓQUE. Se não beber, fique em casa ouvindo JAZZ.

Fui.

Um comentário:

Ana Luiza disse...

E viva o Radiohead!! Essa é boa, Rave do Rock...porque bate estaca...